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Esse projeto começou com um briefing pelo 99freelas, com a ideia de um roteiro para game mobile. ****

O cliente no caso tinha uma ideia do que queria, mas não muita estrutura, além de uma linha narrativa que levava a quatro finais distintos. O roteiro trazia o tema de investigação com alguns elementos chaves: protagonista com um familiar próximo, primo que introduz o conflito e uma organização que faz entregas, e essas entregas envolvem algum forma de violência. O trabalho não foi para frente, mas usei os parâmetro do briefing para estudar.

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Na época, eu estava tendo meu primeiro contato com design narrativo e achei interessante testar o que sabia até então (ou seja: zero game design). Para a narrativa, só mantive os pontos chave. Descartei o restante e desenvolvi uma história nova, com mais elementos que pudessem se conectar com mecânicas e possíveis extensões.

✸ Primeiros parâmetros

Antes de tudo, decidi que iria criar um processo que pudesse repetir em outros pequenos projetos de estudo. Defini os passos, estudei alguns canvas de game design e roteiro.

Para abastecer esses canvas do processo, criei um guia de parâmetros. Eles são um resumo do briefing, focados em passarem as necessidades do jogo de forma rápida e concisa para a equipe de criação (no caso, eu e minhas duplas personalidades).

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✸ Definições Visuais

Como parte de definir processos para replicar depois, decidi aplicar uma ferramenta que já usava em projetos de design para marcas: o IMAGO, feito por mim e alguns amigos. Essa ferramenta faz parte da Biblioteca do IMAGO, um movimento educacional sobre a imagem e a expressão simbólica no mundo. A biblioteca reúne informações sobre algumas diretrizes que ajudam a dar forma a qualquer projeto criativo, com base em diretrizes amplas: Movimento, Forma, Cor, etc.

Beleza, mas o que isso quer dizer?

Quer dizer que meu objetivo era transformar esse processo em algo que outros profissionais pudesse replicar depois, agilizando a linha de produção. Além disso, e o principal na verdade, trazendo coerência e consciência artística para o projeto sem pesar a produção.

Mas isso é papo para outro blog.

Para o ORBE, eu criei então o IMAGO Narrativo (com ajuda do Rafa Silverio) Um direcionamento de perguntas e caminhos rápidos para aplicar fundamentos na imagem na criação de outras linguagens.